e cada vez mais a minha mente se torna fina
frágil, como folhas de papel
e não me lembro de um tempo onde fosse
tão fácil de a quebrar
e quando quebra
não há nada.
tudo desaparece do lugar onde deveria estar
e os meus sentidos gritam perigo, na pele
um frio que gela os ossos
e mais uma vez,
não há nada
a que me agarrar, a não ser
ao desamparo.
1 comment:
Que o desamparo seja passageiro.
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