escuta a respiração da terra no meu corpo,
ligeiros movimentos que a rasgam e de seguida
a afundam.
observa o vento perscrutar o prado da minha pele
em leves arrepios e pérolas de orvalho.
e sente como o solo vibra quando chocas comigo,
a tentação é um sismo e nós uma catástrofe.
desfaço-me em ti sempre que uma onda morre numa rocha.
4 comments:
existe um constante prazer em ler-te! continua, por favor...
está tão arrebatador que não sei que te dizer .
maravilhada com as tuas analogias, tão presentes especialmente na tua poesia.
rendida fico eu, sempre que te leio! não sei qual o céu que olhas, mas a nuvens que crias são fantásticas.
Post a Comment