tantas vezes tento mostrar-lhe e explicar a mim própria que o amo. não fossem anos de memória onde esvoaçam palavras amargas e gritos e onde no chão ainda calco estilhaços
de séculos partidos. mas quando olho o espelho e os meus olhos são os dele e a minha voz eleva-se como a dele e eu sou parte dele.
posso chorar, pai? amo-te