Saturday, June 25, 2016

margarida.

por último, desolação-
um rasto de água pútrida
que acompanha 
de regresso- onde(?)-

o que sentir por último,
onde a memória alcança,
e levantar pedra sobre pedra-
para reinventar a forma de vida

já não olho aquele caminho.
esse rasto de água pútrida
da qual retirei aquele pedaço
de vida- sem ela.

aquele pedaço de vida,
amarela, branca, bela
balançando num manto cor de pétala
da maior flor do mundo.

1 comment:

kowodzpin said...

Se pudesse segurar-te nos braços e suportar todas as tuas dores, assim o faria. Uma falha divina, como a desolação de almas inocentes. Por fim, margaridas, esses pedaços de eternas memórias. *