por último, desolação-
um rasto de água pútrida
que acompanha
de regresso- onde(?)-
o que sentir por último,
onde a memória alcança,
e levantar pedra sobre pedra-
para reinventar a forma de vida
já não olho aquele caminho.
esse rasto de água pútrida
da qual retirei aquele pedaço
de vida- sem ela.
aquele pedaço de vida,
amarela, branca, bela
balançando num manto cor de pétala
da maior flor do mundo.
1 comment:
Se pudesse segurar-te nos braços e suportar todas as tuas dores, assim o faria. Uma falha divina, como a desolação de almas inocentes. Por fim, margaridas, esses pedaços de eternas memórias. *
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