A raiva que é nossa, não a merecemos. Não é propositada, não tem motivo, nem tão pouco razão de ser. Deve ser consumida num abraço, não aplacada assim. Deve desaparecer por entre os cobertores, através das nuvens no céu azul, nunca para dentro de nós.
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A raiva que é nossa, não a merecemos. Não é propositada, não tem motivo, nem tão pouco razão de ser.
Deve ser consumida num abraço, não aplacada assim. Deve desaparecer por entre os cobertores, através das nuvens no céu azul, nunca para dentro de nós.
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